Povo que se segue

 

O povo vai acordar

Quanto já tiver morrido

Estado está a asfixiar

O que mexe, sem prurido

 

Que o pior não passou

E está longe de passar

São muitos os que matou

E mais que há-de matar

 

Nesta louca correria

Ao bolso do contribuinte

Leva mais do que devia

 

Torna tudo em pedinte

Povo morto por asfixia

Que venha o povo seguinte.

publicado por poetazarolho às 20:37 | link do post | comentar