Prisioneiros no passado

 

Tudo isso sei que existe

E o contrário também

Envolto no nada persiste

Aquilo que já não vem

 

De futuro inexistente

Aqui no presente morreu

O passado deprimente

E esses frutos não deu

 

O jardim das memórias

Pelo fogo consumido

Apagou tod’as glórias

 

Desse futuro prometido

Consumiu até as histórias

Dum presente garantido.

publicado por poetazarolho às 20:45 | link do post | comentar