Filhos da nação

 

São tempos de matança

Dos direitos adquiridos

Venham os d’esperança

Com deveres garantidos

 

Onde o dever de servir

Possa estar assegurado

Pr’á geração que há-de vir

Por quem de direito, o estado

 

Doutra forma perderemos

Toda a nossa riqueza

Os filhos desta nação

 

Nunca mais os veremos

Irão fugir da pobreza

Para longe partirão.

publicado por poetazarolho às 20:30 | link do post | comentar