Branco mais branco

 

Eu escrevo pr’ó mundo

Mas o mundo não me lê

Eles matam num segundo

E já todo o mundo vê

 

Este mundo sanguinário

Procura a mortandade

Em breve será santuário

Onde jaz a humanidade

 

E na memória perdida

Da história fabricada

Outra mentira surgirá

 

Esta causa morticida

Será assim branqueada

Branco mais branco não há.

publicado por poetazarolho às 21:41 | link do post | comentar