Chuva vermelha

 

Esta é a greve de fome

Espelho duma revolta

De gente que não come

É a pobreza que volta

 

Esta é a greve de vida

Espelho da má sorte

Porque estava decidida

Pr’a esta gente a morte

 

Erguem-se valores assim

Em tempos excepcionais

Foi a morte da revolução

 

Para esta gente é o fim

Longa vida aos metais

Esses não mais morrerão.

publicado por poetazarolho às 00:18 | link do post | comentar