Natal contigo

 

O natal sem abrigo

É possível apenas

Porque olham o umbigo

As consciências pequenas

 

Não interessa o amigo

Mas as delícias terrenas

O mesmo se passa contigo

Vês o teu abrigo apenas

 

Podia ser bem diferente

Se amar fosse natural

Mas aprendes a odiar

 

Quase que naturalmente

Por isso não é natal

Se não te puderes abrigar.

publicado por poetazarolho às 00:44 | link do post | comentar