Sem tempo

 

Não tenho tempo a perder

E não o tenho a ganhar

Que o tempo parece correr

Não corro para o agarrar

 

É um tempo alucinante

De vertigens em catadupa

Por um caminho triunfante

O triunfo não me preocupa

 

Mais vale ficar sentado

À espera da última moda

Contemplando o firmamento

 

E por um poema enfeitiçado

Cujas estrofes nos recorda

Como o tempo corre lento.

publicado por poetazarolho às 23:48 | link do post | comentar