Novo olhar

 

Das rosas nascem sorrisos

E do seu perfume a poesia

Eu é que agradeço pelo dia

E todos os seus improvisos

 

Até aprendi o que não sabia

Na parede do meu santuário

Uma ceifeira d’olhar solitário

Pl’a mão de Manuel de Pavia

 

Há dez anos aí permanecia

Numa orfandade angustiante

Mas mercê desta feliz ocasião

 

A meus olhos seu pai aparecia

E por isso deste dia em diante

Seu olhar abandonou a solidão.

publicado por poetazarolho às 07:15 | link do post | comentar