Enteados da nação

 

Mais pobres por necessidade

Ou porque faltará a riqueza

Não se assiste à equidade

Por isso não tenho certeza

 

Uns vivem com dificuldade

Outros senhores de farta mesa

Na distribuição haverá verdade

Quando a todos tocar a pobreza

 

Teremos todos este direito

Consagrado na constituição

“De sem vergonha empobrecer

 

E de oferecer às balas o peito”

Por ora somos enteados da nação

Que os seus filhos vê enriquecer.

publicado por poetazarolho às 23:39 | link do post | comentar