Comboio da vida

 

Minha mãe ao expulsar

A minha cabeça assomou

Desconforto m’atravessou

Vida minha estava a iniciar

 

Todos me vieram visitar

Mas que lindo que ele é

Daí para cá muito pontapé

Da vida, pr’a m’espicaçar

 

O comboio segue ligeiro

Escolhes sair numa estação

Nunca chegas em primeiro

 

Ao fim de muito encontrão

E dos tempos de devaneio

Chega o tempo da reflexão.

publicado por poetazarolho às 23:46 | link do post | comentar