A morte sem máscara

 

Realidade não aceita máscara

Porque é real e descarada

Não esconde a nossa cara

Nem nossa alma asfixiada

 

Asfixiada pelo cheiro a morte

Dos nossos irmãos tombados

Por não terem melhor sorte

Ao fim do mês uns trocados

 

Não foi a fome, foi o vírus

Circula com maior intensidade

Nem foi falta de medicação

 

Temos que arranjar antivírus

Para combater a insensibilidade

Que reside no nosso coração.

 

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=31&did=52342

publicado por poetazarolho às 06:37 | link do post | comentar