Não ao extermínio

 

P’ra viver com o dinheiro

Tem o homem de renascer

Sem este olhar sobranceiro

Que fulmina o outro ser

 

Para poder ser o primeiro

E mais do que o outro ter

Se vem ao mundo como veio

Com sua condição aprender

 

Aprender que é pequenino

Não dura mais dum segundo

Tempo cósmico é indicador

 

Conservar sorriso de menino

E fazer a aposta num mundo

Que seja fecundo no amor.

publicado por poetazarolho às 21:55 | link do post | comentar