Aparência

 

Pertenço à obediência

Que me brota da vontade

Nunca contra a consciência

Sempre em prol da verdade

 

Não perco a clarividência

Nesta busca de liberdade

Só me afecta a inconsistência

Deste mundo de vaidade

 

Em que mais vale a aparência

De nada vale a solidariedade

Não lhe auguro sobrevivência

 

Neste caminho da futilidade

Não liguem à maledicência

Que eu não sou autoridade.

publicado por poetazarolho às 14:52 | link do post | comentar