Castelo de cartas

 

O castelo desmoronou

Por uma simples razão

Assim que o gong soou

Saiu tudo em procissão

 

Para comprar por metade

Atropelando sem compaixão

Demonstrando ansiedade

Vendendo a alma a tostão

 

Não mais existirá verdade

Quando se mata p’lo pão

São excessos da sociedade

 

Onde já não há civilização

E o primado da brutalidade

Consumiu toda a nossa razão.

publicado por poetazarolho às 00:03 | link do post | comentar