Criação

 

Produzes por obrigação

Tudo aquilo que é banal

Se produzires com paixão

Vais ao encontro do genial

 

Onde por vezes a visão

Alcança algo de imortal

Num processo de criação

Onde se arrisca o surreal

 

Será o elefante trombone

Quem sabe a raiz pensante

Ou até os chapéus a voar

 

Exteriorizas algo disforme

E naquele preciso instante

Foste convidado a criar.

publicado por poetazarolho às 22:40 | link do post | comentar