Imagine-se

 

Os limites que conheço

São os da imaginação

Mesmo assim reconheço

Que não me limitarão

 

Pois além desta fronteira

Imagino outras possíveis

Não constituirão barreira

Serão todas transponíveis

 

O homem é limitado

Apenas porque ele quer

Impõe a si próprio o fado

 

Quando o jazz é tão rico

Mas venha lá quem vier

P’la imaginação não me fico.

publicado por poetazarolho às 23:40 | link do post | comentar