Mundo cruel

 

Sair da crise, nascer de novo

Dois séculos mais à frente

Ser filho dum outro povo

Já estou farto desta gente

 

Adeus, ó mundo cruel

Pleno de imensas riquezas

Cheiras a morte, sabes a fel

Ninguém te gaba as belezas

 

Vãs promessas nós ouvimos

Já não podemos acreditar

Por tudo isso partimos

 

Sem vontade de cá voltar

E agora que sucumbimos

Ó mundo cruel podes chorar.

publicado por poetazarolho às 23:04 | link do post | comentar