Construcções

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Pendem lágrimas de sal

P’ra irrigar a tolerância

Perdas não são um mal

Se refinam a paciência

 

Podes esculpir ao falhar

Sorrisos de serenidade

Com dor podes lapidar

Prazer furtado à ansiedade

 

Obstáculos te permitam

Abrir janelas d’inteligência

Demolir castelos de cartas

 

No final, se todos gritam

Partilha a tua ausência

Sai do meio das baratas.

publicado por poetazarolho às 11:37 | link do post | comentar