D Quixotes

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Era uma mente errante

Quem sabe até um desvio

Numa busca incessante

Julgou ter algum pavio

 

Mas faltava a ignição

Que a levaria ao delírio

Dos astros a conjugação

Que se tornara martírio

 

Eis que surge um dragão

Ao longe no horizonte

Parecia não estar sozinho

 

Investindo com o arpão

Galopando sempre em fronte

Estatelou-se contra o moinho.

publicado por poetazarolho às 19:06 | link do post | comentar