Endereços

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Sem tempo p’rá humanidade

Nem a humanidade para mim

E p´ra vos falar a verdade

Prevejo que será até ao fim

 

Mas diz-nos a universalidade

Cada ser foi endereçado assim

Com uma dada particularidade

Sendo pó do mesmo jardim

 

Foi entregue à existência

Com toda a sensibilidade

Mas perdeu-se na essência

 

Vagueia p’la intelectualidade

Onde busca com insistência

Razão para tanta maldade.

publicado por poetazarolho às 22:30 | link do post | comentar