Evasões

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Em fuga sempre me vi

Só não consegui fugir

Mas disposto a resistir

Dentro de mim permaneci

 

São fronteiras limitadas

As do corpo em redor

Seria dum mundo maior

Se as vira extravasadas

 

Remetido a espaço conciso

Sem possibilidade d’evasão

Sou um corpo que se arrasta

 

Mas pensar não é preciso

Remeto-me à contemplação

Se a evasão de mim se afasta.

publicado por poetazarolho às 00:15 | link do post | comentar