Gravitamos

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Sob o manto da verdade

Tudo se pode esconder

Em doses de crueldade

Que todos fingem não ver

 

Chegados à atrocidade

Fazemos por não perceber

Branqueia-se tod’a maldade

Neste universo a ferver

 

Onde gravita poeira

Que chamam humanidade

Sem humanidade ter

 

E a humanidade inteira

Assiste com passividade

Por humanidade não ser.

publicado por poetazarolho às 23:26 | link do post | comentar