Insignificantes

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Tudo não se vai acabar

Como fermento a crescer

O futuro poderá continuar

Assim que o presente morrer

 

Insignificância não determina

Mas torna-se preponderante

Perante o passado que mina

Ao querer tornar-se gigante

 

Grãos de areia no deserto

Gotículas em grande mar

Não nos façamos rogados

 

Ao ver o futuro assim perto

Nunca por nunca abdicar

Sempre sempre determinados.

publicado por poetazarolho às 19:44 | link do post | comentar