Modo diferente

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São restos de sensibilidade

Dum universo pequenino

Sobras duma humanidade

Que cavou o seu destino

 

Melhor sorte não teria

Do que deve à própria sorte

Pois melhor nunca seria

Já que a ela impôs a morte

 

Vê-la-emos renascida

Mas duma nova semente

Nesse parto já sem dôr

 

E da cinza surgirá vida

Num modo todo diferente

Que se alimentará no amor.

publicado por poetazarolho às 23:28 | link do post | comentar