Morta a guerra

 

Matei a guerra afinal

Não morre mais soldado

Sei que não sou original

Pois já o fez o Solnado

 

Desta vez é para valer

Crianças não esventrarão

Seu sangue não vai correr

Será delas outra missão

 

Nascer, crescer e viver

Plantar a semente da paz

Cuidar dela com amor

 

Na lápide iremos escrever

Maldita guerra aqui jaz

E com ela tempos de horror.

publicado por poetazarolho às 23:04 | link do post | comentar