Paralelas

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Nesta vida paralela

Às vidas que andam aí

Porquanto me esqueci dela

Quase a vida não vivi

 

E se a vida secundar

Ainda muito hei-de viver

Porquanto possam pensar

Não irei a vida esquecer

 

Nas parábolas da vivência

Tenciono ainda circular

Em espirais d’ascenção

 

Com toda a pertinência

Posso ver-me a contornar

A vida sem que haja razão.

publicado por poetazarolho às 22:49 | link do post | comentar