Parqueados

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O parque é dos poetas

Esculpidos em cantaria

Por lá passam os atletas

Mas não escutam a poesia

 

Em tempos houve profetas

Mas esgotaram a profecia

As mentes andam repletas

Com tralha do dia a dia

 

E no parque permanecem

Com a alma empedernida

Estes os vultos de outrora

 

Todos eles se entristecem

Por ver-nos assim sem vida

No parque em que estamos agora.

publicado por poetazarolho às 23:38 | link do post | comentar