Prisioneiros

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Prisioneiros da sociedade

Porque ela nos oferece

Espasmos de felicidade

Nesta teia que nos tece

 

Contratos de solidariedade

Que o contratante esquece

Imposições da verdade

Que no tempo prevalece

 

Somos forma sem sentido

Somos a peça engrenada

Na estranha forma de ser

 

Pois o que é construído

Vale tudo e vale nada

Temos tudo sem nada ter.

publicado por poetazarolho às 23:04 | link do post | comentar