Robotizado

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A minha ignorância falou

O meu ser está esgotado

Imensas análises efectuou

Sem perceber o resultado

 

Por isso aquilo que sou

Se encontra desfasado

Daquilo que a correr dou

Ao andar tão atarefado

 

Esta é a lógica evolução

P’ra onde somos impelidos

Não sendo excepção, aí vou

 

Podeis ter toda a razão

Mas coração, boca e ouvidos

Não são órgãos dum robot.

publicado por poetazarolho às 00:26 | link do post | comentar