Sem mente

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Silêncio ensurdecedor

Assaltou-me de repente

E tomado pelo pavor

Tentei controlar a mente

 

Mas ela ao contrapor

Controlou e fez-me frente

Mostrou-me o que era a dor

Infligiu-me a mais ardente

 

Senti-me tão afectado

Logo me vi conjecturar

Mando à mente recado

 

Ela que vá passear

E eu fico aqui sentado

Sem mente a controlar.

publicado por poetazarolho às 00:32 | link do post | comentar