Ser assim

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Ser escravo do amor

Amante da felicidade

Faz-me suportar a dor

Ignorar a adversidade

 

Nada tendo a impôr

À minha realidade

Qu'atravesso com ardor

Sem pingo de vaidade

 

Aceitando com gratidão

O que me fôr ofertado

Neste passeio curtinho

 

Remetendo à meditação

Quando fôr confrontado

Com as pedras no caminho.

 

publicado por poetazarolho às 00:05 | link do post | comentar