Sossegos

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Sossego desassossegado

Nunca foi desassossego

Pessoa preocupado

Também eu sou não nego

 

As coisas que nunca foram

Terão sido coisa nenhuma

Também os areais imploram

Por ondas do mar com espuma

 

E quando tudo nos cansa

Não tentemos descansar

Usemos o coração

 

P’ra encetar a mudança

Pois não é por muito amar

Que se atinge a exaustão.

publicado por poetazarolho às 23:00 | link do post | comentar