Telheiros II

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Nós pensamos sem sentir

São as coisas da razão

Mais difícil é o medir

Com métricas do coração

 

Mas não há como fugir

Aos efeitos da devastação

Que nos estão a atingir

Quer queiramos quer não.

 

Não te perturbe o telheiro

Que a telha já lá estava

E o pensamento fluiu

 

Chegou todo sorrateiro

Quando a mente se fechava

E logo a mente se abriu.

publicado por poetazarolho às 10:02 | link do post | comentar