Trevas

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Todos seremos poucos

A remar contra a maré

Pois meia dúzia de loucos

Consegue pôr-se de pé

 

Ocupando a linha da frente

Com a suprema verdade

Asfixiando tão somente

O resto da humanidade

 

A outra parte sucumbiu

Triturada por artimanhas

Que não lembram a satã

 

A luz mais ninguém viu

Trevas nas suas entranhas

Roubaram-nos o amanhã.

publicado por poetazarolho às 00:24 | link do post | comentar