Vendedores vendidos

 

São saudades do futuro

Que me fazem estar aqui

Mas que não seja tão duro

Como aquilo que vivi

 

Já vi cair tanto muro

Mesmo assim sobrevivi

Também já vivi no escuro

Foi então que decidi

 

Meu próprio rumo traçar

Assim sem passos perdidos

Livre de contradições

 

E nunca mais acreditar

Nesses rumos prometidos

P’los vendedores d’ilusões.

publicado por poetazarolho às 22:43 | link do post | comentar