Profecia

 

Os profetas da desgraça

Cumprem a sua missão

E os ídolos da praça

Não são consolação

 

Já a morte anunciada

Crónica da nossa vida

Vai vivendo agastada

Por viela, rua, avenida

 

E a sombra do passado

Milenar, nosso estandarte

Ergue-se no alto do monte

 

Será futuro, rock ou fado

Pintura, poema, tudo arte

Perto, ao longe o horizonte.

publicado por poetazarolho às 21:13 | link do post | comentar