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Chega o natal de novo

Vejo a estrela brilhar

No coração dum povo

Que sem muito p’ra dar

 

Oferece a outra face

Do seu parco quinhão

Como se não bastasse

Há quem lhe jogue a mão

 

Assim quis o destino

Neste jogo desleal

Nasceria um menino

 

Nesse dia de natal

E neste sítio terreno

Está anunciado o final.

publicado por poetazarolho às 23:15 | link do post