Liberdade moribunda

 

Do silêncio estridente

Nasceu um grito mudo

Da mudança permanente

Nasceu a estagnação de tudo

 

Já não roda este mundo

Não sorriem as crianças

Sente-se o golpe profundo

Asfixiando as esperanças

 

Nos princípios busquemos

Essa esperança moribunda

Reedifiquemos a humanidade

 

Com essas forças suturemos

Chaga aberta e profunda

Que destrói a liberdade.

publicado por poetazarolho às 21:38 | link do post