Ti Jacinto

 

Mundo em câmara lenta

Surge após o crescimento

Só um alentejano aguenta

Este brusco decremento

 

Vamos voltar a cantar

Aquele cante sincopado

E depois vamos jantar

Um borrego bem regado

 

Na tasca do Ti Jacinto

Da adega vem o tinto

E o branquinho também

 

A seguir eu não desminto

Já me estou sentindo bem

Ou vendo bem já não sinto.

publicado por poetazarolho às 21:32 | link do post | comentar