Natureza morta

 

Sim nós temos tudo

Na avenida das tílias

Contemplo e fico mudo

Esqueço até quezílias

 

E sobre nós a pairar

Amor de mãe natureza

Não canso de contemplar

Toda a imensa beleza

 

Que tem pr’a nos brindar

Imensa é sua generosidade

Mas o homem já esqueceu

 

A sua capacidade de amar

Comete tanta atrocidade

Que a sua natureza morreu.

publicado por poetazarolho às 19:46 | link do post