Vida eterna

 

Pr’á vida não ter fronteiras

Deves procurar a tua sorte

Pois mesmo que não queiras

Tens a fronteira da morte

 

Faz da vida a vida eterna

Qu’a morte não te encontrará

Se viveres de forma tão plena

Sopro de vida te embalará

 

Em morte embalado pl’a vida

Nunca mais serás esquecido

Linha de fronteira desvanecerá

 

Pois com a alma assim repartida

Mesmo depois de teres morrido

Sempre alguém te lembrará.

publicado por poetazarolho às 12:05 | link do post