Lenços de sangue

 

Há na guerra quem chore

Também quem venda lenços

Já por lá vi vender pensos

Os vendedores são imensos

 

Vender esperança é que não

Querem a vida e a morte

Brincam com a nossa sorte

Impera a lei do mais forte

 

Com suor, lágrimas e sangue

E carne picada para canhão

Vão tornando o império grande

 

Nas suas mansões douradas

Primem um pequeno botão

As bombas já foram lançadas.

publicado por poetazarolho às 19:36 | link do post | comentar