Respirar

 

Não há crises na lua

Quem me dera lá viver

Não há oxigénio na rua

Vives lá só pr’a morrer

 

Crises são da humanidade

E do seu modo de pensar

Curta de vistas a realidade

Vou para a lua morar

 

Crio a fábrica d’oxigénio

Vou um governo instalar

Quem pr’a lá fôr a seguir

 

Vai encontrar este génio

E se pretender respirar

Vai ter que contribuir.

publicado por poetazarolho às 21:00 | link do post