X Troika

 

Para que haja quem mate

Tem que haver quem morra

Repicam os sinos a rebate

À espera que a gente corra

 

Já ninguém está para correr

Numa guerra que é insensata

Sabem que têm que morrer

Pois já chegou quem mata

 

De olhar vazio e profundo

Ordenaram a mortandade

Que foi alvo de negociação

 

Com os responsáveis da nação

Que ordenaram a austeridade

Passaporte para outro mundo.

publicado por poetazarolho às 23:10 | link do post