Einstein da poesia

 

Por certo Einstein da poesia

Faria um poema atabalhoado

Camões da ciência produziria

Sem velocidade ao quadrado

 

Da relatividade toda a teoria

Já vejo o Pessoa da culinária

Sem chocolate a mousse faria

Logo depois estrofe visionária

 

Brotaria da mente avassaladora

Do mestre que fora seu mentor

“Esta mousse é uma fingidora

 

Finge o doce tão completamente

Chega a fingir que é doce o sabor

Amargo que deveras se sente”.

publicado por poetazarolho às 20:52 | link do post | comentar