Sinais vitais

 

Esta errática humanidade

Em constante aceleração

Vai acabar em calamidade

Se não se puser um travão

 

Sempre mais quer possuir

Quando muitos não comem

Nem sequer sabe distribuir

É febre dos que consomem

 

Tempos houve passados

Em que existia solidariedade

Um dia lá regressaremos

 

P’la sinusóide empurrados

Só espero que não seja tarde

Ou p’la sinusóide morreremos.

publicado por poetazarolho às 20:00 | link do post