Grito da alma

 

Na imensidão do silêncio

Escuta o grito da alma

Qu’ecoa na tarde calma

Não enjeites o prenúncio

 

Desse grito assim gerado

Pela alma em sofrimento

Que tenta buscar o alento

E por isso não ficas calado

 

Gritas a raiva da fome

Choras o sangue da dor

No mesmo império doente

 

Há muita gente que come

Acumula ouro em redor

Pois viverá eternamente.

publicado por poetazarolho às 00:21 | link do post | comentar