Sem medalhas

 

Sem medalhas de esperança

Nosso horizonte enegrece

Lágrimas trazem bonança

Que logo depois desvanece

 

Irrompendo em tempestade

Que nem o suor pode vencer

Trazendo mais negra a verdade

Pintada de vermelho a verter

 

Confunde-se no imenso clarão

É sangue do povo a escorrer

A verdade sempre escondida

 

Indisfarçável nesta situação

Em que o povo pode morrer

P’ra dar ao monstro nova vida.

publicado por poetazarolho às 00:20 | link do post