Bomba genética

 

Há a bomba de neutrões

P’ra deixar tudo de pé

Só te estraga as feições

Não sabias mas assim é

 

Tudo permanece intacto

A alma é a excepção

É com o diabo o pacto

Na vitória da destruição

 

Que sem bombas avança

Mas a humanidade tritura

Com este ritmo frenético

 

É um plano de vingança

Faz parte da arquitectura

Do nosso código genético.

publicado por poetazarolho às 23:49 | link do post