Povo fmi

 

De um trago a revolução

No cálice que transbordava

De violência e opressão

Contra o que discordava

 

Pois era só de uns a razão

Enquanto não se acordava

Acordou-se p’rá discussão

Mas se alguém pensava

 

Que por haver constituição

Alguma coisa mudava

Podem desenganar-se então

 

Pois agora é gente escrava

De um poder de repressão

Que antes não se imaginava.

publicado por poetazarolho às 18:18 | link do post